Fazendo deploy com Deployer

deployer

 

Deployer é um pacote em PHP que tem como características realizar o deploy de aplicações e como principal vantagem a economia de tempo, melhor desempenho e desenvolvimento.

Neste post vamos desde do primeiro passo a instalação ate a execução do deploy em um servidor, tudo em um ambiente linux, no meu caso a distribuição Debian. Primeiramente precisamos baixar o arquivo .phar disponível no site do projeto.

Download do deployer.phar

Depois de realizado o download vamos move-lo e para a pasta /usr/local/bin e conceder permissão de execução com o seguinte comando:

$ mv deployer.phar /usr/local/bin/dep
$ chmod +x /usr/local/bin/dep

Depois deste passo teste o comando dep no terminal e veja se aparece mais ou menos como a tela abaixo.

Comando dep

O próximo passo é a criação do arquivo deploy.php onde setaremos algumas configurações para que possamos executar nosso delpoy da melhor maneira. No nosso casso vamos realizar o acesso via identityFile a um servidor e passar os arquivos de uma branch especifica de um repositório git.

<?php require 'recipe/symfony.php'; 
server('prod', '10.10.10.213')->user('byteslv')
->identityFile('/home/btllv/.ssh/id_rsa.pub', '/home/btllv/.ssh/id_rsa')
->env('deploy_path', '/var/www/html')
->stage('production');
 
set('repository', 'git@github.com:usuario/tests.git');
env('branch', 'master');
 
task('deploy:vendors', function () {
});
 
task('deploy:assetic:dump', function () {
});
 
task('deploy:cache:warmup', function () {
});

Pronto agora podemos executar nosso comando pra realizar o deploy na nossa maquina de production. Para rodar basta utilizar o seguinte comando:

$ dep deploy production

O processo começara, e tudo dando certo aparecerá  uma tela mais ou menos como esta abaixo.

dep

Processo realizado com sucesso!

É possível ir bem alem do que mostrei aqui. Entre no site do projeto e veja sua documentação e veja como o que mais pode se fazer com o Deployer.

http://deployer.org/

 

Otimizando MySQL no CentOS 6

Depois de instalar o MySQL em um servidor centOS o mesmo vem com suas configurações padrões. Nesse post vamos ver como otimizar e melhorar um pouco o nosso banco de dados.

O primeiro passo é abrir o arquivo de configuração com um editor de texto preferido. Por padrão este arquivo vem dentro do diretório /etc com o nome de my.cnf .

# vim /etc/my.cnf

Depois de aberto o arquivo vamos inserir estas linhas, salvar o arquivo e fecha-lo.

set-variable = key_buffer=312M
set-variable = max_allowed_packet=1M
set-variable = table_cache=20000
set-variable = sort_buffer=1M
set-variable = record_buffer=1M
set-variable = myisam_sort_buffer_size=64M
set-variable = thread_cache=8
set-variable = thread_concurrency=8
set-variable = max_connections=10000
set-variable = net_write_timeout=30
set-variable = connect_timeout=2
set-variable = wait_timeout=30

Depois de realizado o processo citado acima execute o comando para reiniciar o MySQL, ou para iniciar.

# service mysqld restart

ou

# service mysqld start

Pronto agora é só parti para o abraço.

Sudo e Debian 8

O Debian 8 não vem com sudo instalado para o uso no terminal de padrão, mais caso queira usar o processo de instalação é muito simples e se resume em três passos.

Primeiro é necessário instalar o sudo utilizando o apt-get:

# apt-get install sudo

Depois de instalado o segundo passo é utilizar o usermod para modificar a conta do seu usuário:

# usermod -a -G sudo seu_usuario_aqui

O terceiro e ultimo passo é reiniciar ou realizar logoff para que possa usufruir deste comando.

Inicializar Ubuntu em modo texto.

Logo Ubuntu
Logo Ubuntu

O Ubuntu inicia em modo de interface gráfica por padrão, mais é possível mudar para modo texto. Para isso precisamos realizar algumas modificações no grub.

Acesse o terminal e digite o seguinte comando:

$ sudo vim /etc/default/grub

Comente a seguinte linha (com # )

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet splash"

Altere a seguinte linha:

GRUB_CMDLINE_LINUX=""

para

GRUB_CMDLINE_LINUX="text"

em seguida descomente a seguinte linha:

#GRUB_TERMINAL=console

removendo a # (Cerquilha).

Realizado estes procedimentos salve o arquivo e atualize o grub.

$ sudo update-grub

Reinicie o sistema e pronto, estará em modo texto.

Instalando Virtual Box no Debian 8

Virtualizador Virtual Box
Virtualizador Virtual Box

Neste post vamos instalar o Virtual Box no Debian 8 pelo repositório. Primeiro vamos adicionar um repositório separado para o virtual box.

Criando o repositório virtualbox.list:

# vim /etc/apt/sources.list.d/virtualbox.list

Adicione a seguinte linha:

deb http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian wheezy contrib

Agora precisamos executar o comando para baixar a chave do repositório e instalar:

# wget -v http://download.virtualbox.org/virtualbox/debian/oracle_vbox.asc -O- | apt-key add -

Agora vamos atualizar:

# apt-get update

Agora vamos de fato instalar o Virtual Box, utilizando o seguinte comando:

# apt-get install virtualbox-4.3

Nesse post, foi escolhido a versão 4.3 como exemplo.

O próximo passo é adicionar o seu usuario para o grupo do Virtual Box:

Utilizando os seguintes comandos:

# gpasswd -a usuário vboxusers
# usermod -a -G vboxusers usuário

Com estes passos já concluídos com sucesso, o Virtual Box estará instalado. Podemos utilizar mais um comando para baixar a extensão de suporte USB para o Virtual Box. Basta utilizar o seguinte comando:

# wget http://download.virtualbox.org/virtualbox/4.3.26/Oracle_VM_VirtualBox_Extension_Pack-4.3.26-98988.vbox-extpack

Depois de ter realizado o download com sucesso execute o seguinte comando para instalar a extensão.

# VBoxManage extpack install Oracle_VM_VirtualBox_Extension_Pack-4.3.0-89960.vbox-extpack

Se nenhum erro ocorrer no processo ja estará em seus aplicativos o ícone do Virtual Box. Faça bom proveito 🙂

Removendo Varios Arquivos Linux (ARGUMENT LIST TOO LONG)

Quando se tem varios arquivos indesejáveis ou que so estão tomando espaço em alguma pasta do seu Linux e se decide apaga-los não adianta usar o comando rm ja conhecido, pois ele apresentara um erro mais ou menos mostrando isso: ARGUMENT LIST TOO LONG.

Como remover então estes arquivos? eis o X da questão. Precisamos utilizar alternativas para este comando. No caso aqui utilizaremos o comando for, um comando de repetição. Sua clausula consiste em:

for "iteração" in "lista"; do 
  bloco de código/ comando...
done

Vamos utilizar uma forma mais enxuta junto com o nosso comando rm. Ficando desta maneira:

$ for g in *.log; do rm $g; done

No caso deste código acima excluímos todos arquivos que termina com a extensão  .log. Lembre de ter permissão para excluir estes arquivos.

No código acima ele vai te perguntar se deseja excluir de arquivo em arquivo, mais podemos adicionar uma opção interessante neste comando, o -f.

$ for g in *.log; do rm  -f $g; done

Neste caso ele apaga sem pedir confirmação.

SSH Server Linux

Para se conseguir acessar via terminal um computador ou servidor em LINUX, devemos primeiro instalar o SSH na maquina que queremos acessar.

Primeiramente devemos utilizar o comando apt-get update:

# apt-get update

ou

# yum update

Depois de terminado este processo utilizaremos o seguinte comando para instalar o SSH:

# apt-get install openssh-server

ou

# yum install openssh-server

Depois de instalado devemos iniciar o serviço, com o seguinte comando:

# /etc/init.d/ssh start

ou

# service sshd start

Caso esteja instalando o SSH no centOS deveremos utilizar este outro comando também, para que o serviço possa iniciar junto ao sistema:

# chkconfig sshd on

Configurar IP fixo e DNS no CentOS 6.x

Neste post vou mostrar como configurar um IP fixo e o DNS no CentOS.

Primeiro passo é descobrir o nome da placa de rede, utilizando o seguinte comando:

# ifconfig -a

Depois de identificado o nome placa de rede vamos agora configurar o IP valido. Primeiro vamos abrir o arquivo com o seguinte comando:

# vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

No meu caso o nome da placa e eth0

Agora alterando o arquivo para:

DEVICE=eth0
TYPE=Ethernet
IPADDR=192.168.1.198
NETMASK=255.255.255.0
GATEWAY=192.168.1.1
ONBOOT=yes

depois salve o arquivo e saia do mesmo ( :wq ).

Feito isto reinicie o serviço network:

# service network restart

Ou:

# /etc/init.d/network restart

Agora vamos verificar o IP:

# ifconfig -a

Agora vamos configurar o DNS para que possamos acessar sites pelo domínio. Para isso basta modificar o arquivo colocando as seguintes linhas:

#vi /etc/resolv.conf

coloque as seguintes linhas:

nameserver 8.8.8.8
nameserver 8.8.4.4

Salve o arquivo ( :wq ), e reinicie o serviço network

# service network restart

Ou:

# /etc/init.d/network restart

Comandos básicos para manutenção de um servidor CentOS Linux

logo-powered-by-centos

Entrei nesse mundo de servidores linux, e como de costume sempre começamos do básico, com  comandos simples. Venho neste post apresentar alguns comandos que servem muito para quem esta começando. Estou usando um servidor CentOS.

O primeiro comando lhe mostra se o servidor é 32 ou 64 bits.

1
 # uname -m

O comando útil para monitorar quanto tempo a maquina está ligada e a carga de trabalho que o servidor esta tendo no  ultimo minuto é o uptime.

1
 # uptime

Start, Stop e Reload no Apache.

Para Iniciar (start) o apache utilize o comando:

1
 # apachectl start

Para Parar(Stop) o apache basta utilizar este comando:

1
 # apachectl stop

Para reiniciar (reload) o apache utilize o comando:

1
 # apachectl restart

Outra opção para reiniciar o apache pode ser este comando:

1
 # service httpd restart

Stop, Start e Reload Mysql

Para Iniciar (start) o mysql utilize o comando:

1
 # service mysqld start

Para Parar(Stop) o mysql basta utilizar este comando:

1
 # service mysqld stop

Para reiniciar (reload) o mysql utilize o comando:

1
 # service mysqld restart

Ligar, desligar e reiniciar a maquina.

Um comando importante que um dia você vai precisar utilizar é o de desligar ou reiniciar a maquina (“quando voce faz uma cagada muito grande. kk”)
Desligar:

1
 # halt
1
 # poweroff

Comando shutdown desligar.

Desligar imediatamente

1
 # shutdown -h now

Desligar em 40 minutos

1
 # shutdown -h 40

Comando para reiniciar:

1
 # reboot

Comando shutdown reiniciar.
Reiniciar imediatamente

1
 # shutdown -r now

Reniciar em 40 minutos

1
 # shutdown -r 40

Identificar Versão do CentOS

Para identificar a versão do CentOS basta utilizar o seguinte comando:

1
 # cat /etc/redhat-release

Criar senha para o Usuario root

Basta utilizar o seguinte comando:

1
$ sudo passwd root

O terminal solicitará a senha e a confirmação de senha.

Continuarei a atualizar este post com alguns comandos a mais.

Informações sobre Memoria e CPU

Para visualizar informações do processador basta utilizar o seguinte comando:

1
 # cat /proc/cpuinfo

Ja para visualizar status da memoria utilize o seguinte comando:

1
 # cat /proc/meminfo

Uso do disco

Para verificar o uso do disco  e do tmpfs vamos utilizar o seguinte comando:

1
 # df -h

Espaço Utilizado, Disponível de partição

Para verificar o uso do disco e do tmpfs vamos utilizar o seguinte comando:

1
 # df -l

 

Alterar Hora

Para alterar o horário do servidor utilize o seguinte comando:

1
 # date -s "xx:xx:xx"

Onde xx:xx:xx é a hora, minuto e segundos.
Depois utilize o seguinte comando para gravar no bios.

1
 # clock -w

Apagar conteúdo de arquivo

1
 # echo "" > nomearquivo

Status do RAID

1
 # cat /proc/mdstat

Listar Tamanho de Pastas

1
 $ du -hs *

Alterar Hostname

Alterando sem desligar a maquina. (Porem depois de reiniciado voltara ao anterior)

1
 # /bin/hostname novo.hostname

Alterando o hostname permanente, porem necessário reiniciar a maquina

1
 # vim /etc/sysconfig/network
1
2
NETWORKING=yes
HOSTNAME=aquiNomeDo_HostName

depois: :wq

Pronto!

Reprodutor de Áudio no Linux – Clementine

Clementine-Logo

Um reprodutor de áudio interessante pra quem usa Linux é o Clementine, com visual enxuto, fácil manuseio e leve.

Para instalarmos esse programa basta utilizarmos estes comandos no seu terminal:

# sudo add-apt-repository ppa:me-davidsansome/clementine
# sudo apt-get update
# sudo apt-get install clementine

Caso o comando add-apt-repository de um erro, ou seja inválido não fique triste,rs basta utilizar este comando:

# apt-get install software-properties-common python-software-properties