Instalar PHPStorm no linux manualmente

O PHPStorm é uma IDE comercial, multi plataforma, para PHP construído na plataforma JetBrains’ IntelliJ IDEA. Neste post vamos instalar o mesmo manualmente em nossa distribuição Linux.

Primeiro passo, vamos remover qualquer vestígio do PHPStorm de nossa maquina, com os seguintes comandos:

 

$ sudo rm -Rf /opt/phpstorm*
$ sudo rm -Rf /usr/bin/phpstorm
$ sudo rm -Rf /usr/share/applications/phpstorm.desktop

Pronto agora podemos baixar-lo e instala-lo com os seguintes comandos:

$ wget https://download.jetbrains.com/webide/PhpStorm-2017.3.tar.gz \ 
-O phpstorm.tar.gz

Descompactando em pasta /opt/:

$ sudo tar vzxf phpstorm.tar.gz

Alterando o nome da pasta:

$ sudo mv /opt/PHPStorm*/  /opt/phpstorm

Criando Link simbólico para pasta /usr/bin:

$ sudo ln -sf /opt/phpstorm/bin/phpstorm.sh /usr/bin/phpstorm

Criar lançador para o programa:

$ echo -e '[Desktop Entry]\n Version=1.0\n Name=phpstorm\n \ 
Exec=/opt/phpstorm/bin/phpstorm.sh\n Icon=/opt/phpstorm/bin/phpstorm.png\n \
 Type=Application\n Categories=Application' \ 
| sudo tee /usr/share/applications/phpstorm.desktop

Concedendo permissão para executar o lançador:

$ sudo chmod +x /usr/share/applications/phpstorm.desktop

Pronto agora você já pode utilizar o programa (caso tenha a licença).

Compactando e Descompactando com tar no Linux

O comando tar é uma ferramenta utilizada para compactar e descompactar arquivos, diretórios, discos inteiros, etc. Ele consegue aguentar trabalho pesado, ou seja, compactar arquivos e volumes grandes com responsabilidade. Vamos ver neste post alguns comandos que podemos usar para criar arquivos compactados e descompactar arquivos de diversos formatos.

Primeiro vamos ver algumas opções importantes que o comando possui.

  • -c: (create) cria um novo arquivo tar;
  • -v: (verbose) detalha o procedimento que está acontecendo;
  • -f: define o nome do arquivo;
  • -j ou –bzip2: compacta/descompacta os arquivos usando o bzip2;
  • -J ou –xz: descompacta os arquivos .xz e .Izma;
  • -x: extrai o conteúdo do arquivo;
  • -z ou –gzip ou –gunzip: compacta/descompacta os arquivos usando o compress;
  • -C: diretório onde será descompactado o arquivo.

 

Compactando arquivo

No código abaixo vamos realizar a compactação .tar a parti do diretório arquivos/

$ tar -cvf arquivos.tar arquivos/

 

Descompactando Arquivo

No código abaixo vamos descompactar um arquivo .tar especificando o diretório que o mesmo irá ficar.

$ tar -xvf arquivos.tar -C /opt/

 

Formatando e criando pendrive bootável pelo terminal Linux

Uma das formas que mais gosto de fazer a formatação e a criação de pendrive bootável é utilizando o terminal no linux. Em poucos comandos e minutos consigo criar um pendrive com os dados necessários para instalar um sistema operacional (neste caso o linux).

Primeiro vamos listar os discos que estão na nossa máquina, com o comando:

$ sudo fdisk -l

Identificado o nosso pendrive de 8GB (7,6GB), que no caso é o /dev/sdb. O próximo passo é desmontá-lo. Neste caso temos o /dev/sdb1 e /dev/sdb2 então vamos desmontar os dois com os seguintes comandos:

$ sudo umount /dev/sdb1
$ sudo umount /dev/sdb2

Com o pendrive desmontado vamos agora formatar (só faça este procedimento caso tenha plena certeza do que está fazendo) o mesmo, com o seguinte comando:

$ sudo mkfs.vfat -I /dev/sdb

Com o pendrive formatado vamos agora colocar nossa imagem do sistema no pendrive.

$ sudo dd if=CentOS-6.5-x86_64-bin-DVD1.iso of=/dev/sdb && sync

Espere ate o terminal sinalizar que terminou e pronto, já pode ser usado.

Instalando Docker no Centos 6

Docker e CentOS

O Centos 6 e o Docker não se dão bem, isso já vem sendo discutido a algum tempo, mas em uma situação bem especifica precisei instalá-lo nesta distribuição em sua versão 6. O que precisei realizar ante de fato instalar o Docker no Centos foi atualizar o Kernel através de uma variante o Xen4CentOS mantida pela Special Interest Group ( um grupo de interesse especial da virtualização do CentOS).

Vamos então utilizar os seguintes comandos:

Depois de realizado estes passo rode o hello-world:

# docker run hello-world

Pronto Docker instalado.

Configurando Rede no Debian

Para realizar a configuração de rede no Debian pelo terminal precisamos acessar o arquivo /etc/network/interfaces. Neste arquivo colocamos as informações de IP, Mascara, Gateway, entre outras.

Vamos emular a configuração da placa de rede eth0 com as seguintes características:

IP: 10.10.10.122
Máscara: 255.255.255.0
Gateway: 10.10.10.1
Network: 10.10.10.0
Broadcast: 10.10.10.255

Acesse o terminal com usuário root e utilize o seguinte comando:

Adicione estes linha no seu arquivo:

Salve (ctrl o) e saia (ctrl x) do arquivo. Pronto agora precisamos somente reiniciar a placa de rede com o comando:

 

Rodando MySQL no Docker

Docker

Para facilitar muito a nossa vida de desenvolvedor temos o Docker com seus containers que até parecem mágicos. Neste post vou mostrar como subir um servidor MySQL rapidamente para testes ou uso em um desenvolvimento de uma aplicação.

O primeiro passo é executar o comando setando alguns parâmetros, como o nome da imagem, variáveis ambientes do MySQL, o apontamento da porta externa e interna e por ultimo o nome da imagem no repositório oficial do Docker.

$ docker run --name byteslivres-mysql-1 -e MYSQL_ROOT_PASSWORD=12345 
-e MYSQL_DATABASE=teste -d -p 13306:3306 mysql:5.7.10

Pronto. Depois deste comando o MySQL estará rodando em sua maquina. Para testar abra seu gerenciador de banco de dados e tente conectar com a seguintes configurações:

Host: localhost
Porta: 13306
Usuário: root
Senha: 12345

Tudo dando certo ira aparecer no seu gerenciador o banco de dados teste vazio. Bem agora para pararmos o servidor basta utilizar o seguinte comando:

$ docker stop  byteslivres-mysql-1

Pronto. Caso queira subir novamente o mesmo banco não é necessário utilizar o primeiro comando mostrado. Basta utilizar este comando:

$ docker start  byteslivres-mysql-1

Fazendo deploy com Deployer

deployer

 

Deployer é um pacote em PHP que tem como características realizar o deploy de aplicações e como principal vantagem a economia de tempo, melhor desempenho e desenvolvimento.

Neste post vamos desde do primeiro passo a instalação ate a execução do deploy em um servidor, tudo em um ambiente linux, no meu caso a distribuição Debian. Primeiramente precisamos baixar o arquivo .phar disponível no site do projeto.

Download do deployer.phar

Depois de realizado o download vamos move-lo e para a pasta /usr/local/bin e conceder permissão de execução com o seguinte comando:

$ mv deployer.phar /usr/local/bin/dep
$ chmod +x /usr/local/bin/dep

Depois deste passo teste o comando dep no terminal e veja se aparece mais ou menos como a tela abaixo.

Comando dep

O próximo passo é a criação do arquivo deploy.php onde setaremos algumas configurações para que possamos executar nosso delpoy da melhor maneira. No nosso casso vamos realizar o acesso via identityFile a um servidor e passar os arquivos de uma branch especifica de um repositório git.

<?php require 'recipe/symfony.php'; 
server('prod', '10.10.10.213')->user('byteslv')
->identityFile('/home/btllv/.ssh/id_rsa.pub', '/home/btllv/.ssh/id_rsa')
->env('deploy_path', '/var/www/html')
->stage('production');
 
set('repository', 'git@github.com:usuario/tests.git');
env('branch', 'master');
 
task('deploy:vendors', function () {
});
 
task('deploy:assetic:dump', function () {
});
 
task('deploy:cache:warmup', function () {
});

Pronto agora podemos executar nosso comando pra realizar o deploy na nossa maquina de production. Para rodar basta utilizar o seguinte comando:

$ dep deploy production

O processo começara, e tudo dando certo aparecerá  uma tela mais ou menos como esta abaixo.

dep

Processo realizado com sucesso!

É possível ir bem alem do que mostrei aqui. Entre no site do projeto e veja sua documentação e veja como o que mais pode se fazer com o Deployer.

http://deployer.org/

 

Otimizando MySQL no CentOS 6

Depois de instalar o MySQL em um servidor centOS o mesmo vem com suas configurações padrões. Nesse post vamos ver como otimizar e melhorar um pouco o nosso banco de dados.

O primeiro passo é abrir o arquivo de configuração com um editor de texto preferido. Por padrão este arquivo vem dentro do diretório /etc com o nome de my.cnf .

# vim /etc/my.cnf

Depois de aberto o arquivo vamos inserir estas linhas, salvar o arquivo e fecha-lo.

set-variable = key_buffer=312M
set-variable = max_allowed_packet=1M
set-variable = table_cache=20000
set-variable = sort_buffer=1M
set-variable = record_buffer=1M
set-variable = myisam_sort_buffer_size=64M
set-variable = thread_cache=8
set-variable = thread_concurrency=8
set-variable = max_connections=10000
set-variable = net_write_timeout=30
set-variable = connect_timeout=2
set-variable = wait_timeout=30

Depois de realizado o processo citado acima execute o comando para reiniciar o MySQL, ou para iniciar.

# service mysqld restart

ou

# service mysqld start

Pronto agora é só parti para o abraço.

Sudo e Debian 8

O Debian 8 não vem com sudo instalado para o uso no terminal de padrão, mais caso queira usar o processo de instalação é muito simples e se resume em três passos.

Primeiro é necessário instalar o sudo utilizando o apt-get:

# apt-get install sudo

Depois de instalado o segundo passo é utilizar o usermod para modificar a conta do seu usuário:

# usermod -a -G sudo seu_usuario_aqui

O terceiro e ultimo passo é reiniciar ou realizar logoff para que possa usufruir deste comando.